Pescar é enfrentar saudáveis desafios, é fazer amizades, é conhecer novos lugares e abrir novos horizontes. É conviver com a natureza. É ser companheiro.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Peixe estranho capturado no Cabo de S. Lucas

Mário Bañaga pesca há mais de 18 anos na zona do Cabo de S. Lucas. No passado dia 10 de Maio, quando pescava com amigos a bordo da embarcação "Glória", Mário capturou um peixe estranho e misterioso com 7 quilos - com uma cabeça levantada e uma estranha e enorme boca escancarada.




Nunca tinha visto um peixe igual ou sequer semelhante, pelo que colocou as fotos no Facebook para ver se alguém conseguia identificar a espécie. Depois de muitos palpites errados, Eric Brictson, proprietário de uma empresa de pesca turística na região, identificou o peixe como sendo da espécie Stargazer Pacífico. São peixes bizarros,  raramente vistos, predadores de grandes profundidades e com a capacidade de provocarem descargas eléctricas e possuirem vários espinhos extremamente venenosos.

Olhando com atenção para a 1ª foto, podem ver-se os orgãos que emitem as descargas eléctricas por cima dos olhos, semelhantes a "sobrancelhas".








Fonte: Yahoo Sports

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A última pescaria do João


06,30H no Lumiar. O Zé Lopes e o Valdemar chegaram à minha casa com aqueles sorrisos que perspectivavam “o dia” especial que nós sempre imaginamos e que podem mesmo acontecer.

Na A5, em direcção à marina de Cascais, parámos no snack das bombas para aconchegar os estômagos (não foram as morcelas mas no meu caso… francesinhas) e beber um cafézinho. Era o 25 de Abril e àquela hora encontrámos dezenas de polícias de trânsito concentrados ali para fiscalizar o dia feriado, talvez no Palácio de Belém, ali perto. 

Já na marina, o amigo Sousa Rego apareceu e juntámo-nos então todos ao mestre António Lemos para iniciarmos a viagem. Ao passarmos o cabo Raso fizemos o rumo para um dos meus pesqueiros preferidos, já que o tempo, sem vento e o mar com ondas de 2 metros, ajudavam a manter uma velocidade constante, pelo que chegámos rapidamente ao pesqueiro.

Uso, normalmente, prontinhas a pescar, 2 canas, uma à chumbadinha com 2 anzóis de 3 ou 4/0 na ponta e 5/0 a correr num aparelho único (tamanho 12 a 15 cm já com o destorcedor) e chumbadinha de 50 a 80 gr. para sardinha inteira - a outra com um aparelho também feito por mim, de 3 anzóis com 4 ou 5/0 em baixo, 2/0 no meio e um pequeno em cima - este anzol pequeno só (quase) me serve para sentir a actividade existente lá em baixo sendo que muitas das vezes nem isco lhe ponho. Como se deduz, não estou a pescar ao peixe miúdo embora este até caia bastas vezes. 

Durante a manhã o pessoal foi pescando sargos, fanecas e carapaus tendo também eu acabado por apanhar uma boa choupa, um besugo, uma abrótea e um sargo. 

A seguir fomos presenteados com a visão de uma vintena de roazes o que foi mais uma achega ao espectáculo do dia. O Valdemar apanhou a seguir um polvo muito bom e finalmente o Sousa Rego “amandou-se” com o belo vermelhinho (que vemos na foto) e que só de o pensar comigo sentado à mesa é de lamber os lábios.


Estava com a chumbadinha e foi então que eu dei o meu habitual grito de guerra “TEM PAI QU’É CEGOOOOOOOOOOOO….”. Era um predador dos azuis, esperei que o António Lemos me desse o animal para a foto da praxe e no fim foi como sempre fazemos, libertado em perfeitas condições e desapareceu num ápice.



Lanço de novo a chumbadinha e quase de imediato nova luta e novo grito de guerra. Desta vez era um belo Pagrus Pagrus que de tão bonito me fez prolongar o grito a ficar sem voz. Aqui está ele. Se em vez de pargo fosse mulher eu diria “é mesmo linda de morrer….”.


Por volta das 2 horas o vento levantou-se e por precaução rumámos a terra e parámos na Guia, local bem abrigado, com 15 a 20 metros de fundo, mas que só dá mesmo para passar o tempo o que não foi este o caso. O amigo Valdemar para contrariar pesca-me esta preciosidade. É um “CENTROLOPHUS NIGER” o seu nome comum é Liro-preto ou apenas Liro em Cabo Verde, tinha aproximadamente 35 cm e pesaria 500 gr. Não haverá registos seus de aparecimento na zona de Cascais e muito menos tão perto da costa. É um animal de profundidade, com habitat normal de entre os 300 e 700 mts. Os juvenis (adultos chegam a atingir 1,5mts.) procuram águas menos profundas tendo sido já localizados a 40 metros (mas não por cá) enquanto os adultos já foram detectados a 1050 mts. de profundidade. Pena ter morrido, é um acontecimento realmente raro para relembrar.


E desta fico-me por aqui.
Abraços

João

Texto e fotos: João Arietti

domingo, 5 de maio de 2013

A origem e o significado de carapau de corrida


O peixe é vendido pelos pescadores nas lotas, em leilões «invertidos», ou seja, com os preços a serem rapidamente anunciados por ordem decrescente, até que o comprador interessado o arremate com o tradicional «chiu!». Isto implica que o melhor peixe, e o mais caro, é o que é vendido primeiro, ficando para o fim o de menor qualidade. 
Em tempos anteriores ao transporte automóvel, as peixeiras menos escrupulosas compravam esse peixe no fim da lota, por um preço baixo, e corriam literalmente até à vila ou cidade, tentanto chegar ao mesmo tempo que as que tinham comprado peixe melhor e mais caro na lota (e tentando vendê-lo, evidentemente, ao mesmo preço que o de melhor qualidade). Nem sempre os fregueses se deixavam enganar, e percebiam que aquele carapau era «carapau de corrida», comprado barato no fim da lota e transportado a correr até à vila. Hoje ainda, o que se arma em carapau de corrida julga-se mais esperto que os outros, mas raramente os consegue enganar.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cartas de navegador de recreio


FormNáutica
Só paga se ficar apto.
Devolvem o preço do curso em caso de insucesso!!
Dão facilidade de pagamento.


A FormNáutica é uma escola credenciada pelo Instituto Portuário e dos Transportes Maritimos (IPTM) como Entidade Formadora de Navegadores de Recreio (processo nº 3/EFNR/02) para a formação de navegação de recreio nas categorias: Carta de Patrão de Costa, Carta de Patrão Local e Carta de Marinheiro.
A FormNáutica também tem ao seu dispor uma série de outros serviços nomeadamente, Renovação de Cartas, Emissão de 2ºvia, Atribuição da carta de navegador de recreio com base no regime de equiparação e, em breve, Certificado de Rádio Operador.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

OS ANTIGOS NAVIOS PORTUGUESES

A independência da ex-colónias, na sequência do 25 de Abril de 1974, foi decisiva para a queda da marinha mercante portuguesa, da nossa actividade transportadora e, indirectamente, da actividade dos nossos portos.

Conheça os antigos navios portugueses - clique na imagem sff.

Pesca ao Polvo no Tejo

O polvo é uma espécie comum e ainda abundante no estuário do rio Tejo, o que faz com que seja pescado com uma intensidade que poderá fazer com que, a médio prazo, possa  vir a escassear. Cresce  rapidamente, vivendo até aos três anos e pode atingir cerca de 12 kgs.

Material
Madre de 1.50 a 2.00 com uma ligação a 5m de mono 0.70, terminada numa chumbada entre as 300 e as 600grs, conforme a corrente. O peso da montagem e a necessária sensibilidade obriga à utilização de linhas de mão.



A pesca
Toda a actividade do polvo se desenrola nas paragens da água (viragens da enchente ou vazante)  ou em “águas mortas”,  pois entoca sempre que a água corre com mais força, deixando de caçar.



Largam-se as montagens até baterem no fundo, esticam-se as linhas  e espera-se - os toques podem surgir de duas maneiras: uma prisão súbita ou um aumento gradual da pressão.

Devemos ferrar firme e, sem nunca aliviar a tracção, recolher lentamente e sem paragens até à superfície,  usando depois o xalavar para retirar a presa da água, tarefa que se pode complicar quando se trata de um exemplar de grande tamanho. O indicado seria cravar o bicheiro, o que não é permitido depois da alteração da lei da pesca.


Iscos
Carapau, cavala, sardinha, taínha ou palhaços grandes (20cm).



quinta-feira, 28 de março de 2013

Os robalos do Nuno

Alguns robalos capturados pelo amigo Nuno Silva. Ficam as fotos...










domingo, 10 de março de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A segurança na pesca

A pesca lúdica é considerada um desporto perigoso no nosso País, onde morrem em média 8 pescadores desportívos/lúdicos por ano - a grande maioria por incúria, desvalorização das regras básicas de segurança, ou ainda por desconhecimento do local. Clique sff na imagem para ver o artigo completo.
 
ATENÇÃO
As imagens deste artigo podem impressionar pessoas sensíveis


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Nós utilizados em embarcações

CHICOTE DO CABO - São cada uma das pontas (extremos) dum cabo;

SEIO DO CABO - Parte intermédia entre os chicotes;

ANETE DO FERRO - É o nome que toma a manilha onde se amarra o cabo para fundear ou suspender o ferro (âncora);

BÓIA DE ARINQUE - Bóia que se prende ao ferro por intermédio dum cabo de pequena bitola quando se fundeia, para assinalar a sua posição. No comprimento do cabo a amarrar entre o arinque e o ferro, deve ter-se em conta a amplitude da maré;

MEALHAR - São três ou quatro fios cochados (torcidos) toscamente;

FIO - Constituídos por dois, três fios muito finos, cochados;

BITOLA DUM CABO - É o seu perímetro (vulgo grossura ou espessura)

clique na imagem sff para a ampliar

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ilha do Pessegueiro




Do tempo em que o Forte da Ilha do Pessegueiro, era ocupado pelos Mouros se conta esta lenda. 

Um capitão mouro vivia no referido forte com um grupo de soldados, sua mulher e filhos. Tinha a seu cargo a defesa da fortaleza e o treino dos seus soldados. Sonhava, ele, fazer do seu filho (criança de 8 anos), um grande guerreiro, corajoso e forte, destemido e sanguinário. 


Mas o menino detestava as armas e fugia aos treinos a que o pai o submetia. Gostava muito de brincar e tinha um coração bondoso, tanto para com a gente como para todos os animais. Afeiçoou-se de tal maneira a uma gralha, que era ela o seu passatempo favorito. Onde estava o menino lá estava o pássaro, o pai enfurecido do seu desinteresse pelas artes da guerra, ameaçou-o que matava a gralha se ele não deixasse de brincar com ela. Então, uma noite quando todos dormiam o menino pegando na sua companheira gralha resolveu fugir para que seu pai não matasse a amiguinha.

Muitos dias se passaram. Todas as buscas foram em vão pois não encontravam o pobre menino. Chorava a mãe, arrependia-se o pai. Quando voltaram a ver o filho, já ele estava morto junto a uma fonte num vale, com a sua amiga gralha pousada no seu corpo, morta também. Desde ai, aquela fonte ficou conhecida como a "Fonte da Gralha". 
Esta fonte encontra-se submersa pela água da nova barragem construída na herdade da Cabeça da Cabra.

fonte: Instituto de Estudos de Literatura Tradicional

sábado, 29 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

domingo, 16 de dezembro de 2012

Uma bela teca


Há dias e dias de pesca - há aqueles dias que fazem valer a pena todos os outros que correm mal: quando deixamos de dormir a horas decentes para ir pescar; quando passamos frio; quando nadamos à luz da lua em busca do tal spot e não pescamos nada!
Este foi um daqueles dias especiais, que fazem esquecer os dias de grades, de canas partidas, de metros de multi perdidos nas rochas, amostras perdidas (embora o King tenha plantado 3 mesmo assim!


Estacionámos o carro, preparámos o material e fizemo-nos ao spot. Levávamos tudo montado para chegar e lançar - eu com um jerkbait e o King com um shad softbait. Ainda eu me preparava para fazer o primeiro lançamento e já o João me chamava aos berros com o maior exemplar da jornada capturado nos primeiros segundos. Só tive tempo de pousar a cana numa rocha e quando tirei a mochila das costas para pegar na máquina já o peixe estava a seco! O João exclamava: "Quando lhe vi a cabeça já foi tarde! Pensei que era mais pequeno! Impossível começar de melhor forma!

Rendi-me imediatamente às evidências e nem cheguei a molhar a amostra que trazia. Usei logo uma igual à do King!  Daí em diante, pescámos mais 5 robalos bons - 4 para mim e mais um para o King, que acabou por pescar o maior e o mais pequeno exemplares! 



Texto e fotos: João Cruz e King

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

BULDO - montagem MMX

Estas são as famosas montagens MMX !!! Fáceis de fazer, são de uma enorme eficácia e grande sensibilidade ao toque. Por estas bandas quase todo o Povo as usa, e foram introduzidas pelo nosso amigo e companheiro Xavier.




O destorcedor da ponta, é para engatar a linha (0.30/0.35) que vem do carreto (madre). O destorcedor do meio, é onde vai fixar o tenso (0.28/0.30) com a devida amostra, e que deverá ter mais ou menos o comprimento da cana.

Abraços.
Cabé

Texto e fotos - Cabé

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Douradas no mar de Sesimbra


Apesar de ser ter sido um ano dificil, quase sem ter embarcado, andava em pulgas para fazer a minha peregrinação anual a Sesimbra, para reencontrar grandes amigos e tentar encontrar novas amigas (leia-se douradas).
 
Tempo porreiro como previsão, alguns também bons relatos e na sexta feira eu e o meu companheiro de viagem Pisões, lá nos fizemos a caminho de Sesimbra, com vontade de ver o Pisões tirar a sua primeira dourada  (em 5 anos de tentativas nunca tinha tirado nenhuma). Pelo caminho, com a já habitual paragem nas Caldas para dar um abraço e beber umas cervejolas no bar do nosso grande 120 -  Aka Paulo Mendes. 

Após duas ou 3 horas de descanso no carro, lá embarcamos como sempre no amigável Zuca1, na companhia do grande comandante Jo Pinto e do seu bem disposto e companheiro habitual, o primo Marinho. 

Partimos tarde, com tempo, pois a previsão era das meninas saírem mais para o final do dia, e assim, chegados ao pesqueiro eleito, já a quantidade de embarcações no local era enorme. Com algum esforço, lá nos conseguimos encaixar  entre os outros barcos, aparelhos, redes e afins, e vai de começar a faina.

Anzois 3 a 5/0,  sardinha e caranguejo como isco, e o Alvarinho já a gelar na arca... Dos 4 pescadores houve um (Marinho) que preferiu experimentar uma técnica diferente pescando não com 3 anzóis mas apenas com uma chumbeira de correr a bater no anzol para testar a coisa.

Pouca actividade inicial até que vamos começando a ver uma ou outra menina dourada a sair perto de nós. 

2 horitas passadas, sem peixe a bordo ( a excepção de 2 serrões que comeram anzois 5/0), quando recolocávamos o barco, eis que a chumbeirinha faz efeito e na descida um arranque violento faz a cana do Marinho tremer... estava a primeira captura consumada... já não mexemos no barco e foi 1 horita á campeão com todos a trocarem de modo de pesca, o que veio a revelar-se fundamental.

Todas as capturas foram realizadas até ao meio dia, e todas de um tamanho fantástico - quando o peixe parou, ao levantarmos ferro para mudar de pesqueiro, algo correu mal... ferro preso no fundo e provavelmente embaraçado na corrente - rodeados de barcos e aparelhos, as manobras para tentar tirar o ferro tinham de ser curtas, e revelaram-se infrutiferas, deixando-nos apenas 2 hipóteses - ou ficávamos por ali, na esperança de que elas entrassem outra vez, ou cortávamos o cabo e teríamos de regressar a terra.

Resolvemos ficar por ali, e meus amigos, nem mais uma captura ! Valeu o franguinho á Guia, o Alvarinho, e um fantástico moscatel de 20 anos, com muita ferrugem dentro da garrafa, para nos aguentar-mos até ás 17h. A essa hora e já com menos embarcações em redor, tentámos, durante 20 minutos levantar ferro sem sucesso, e fomos obrigados a cortar o cabo, regressando felizes, apesar do "sabor a pouco".



Quanto ao resto a foto diz tudo... Grandes amigos, bom peixe, muita brincadeira, trocas de líquidos e uma viagem para recordar por muito tempo.

Ao Jo Pinto, Pisões, Marinho e Lost Soul (que nos fez uma visita, como sempre faz), o meu muito obrigado por mais este grande dia.

Abraço a todos!
Pedro Lourenço

P.S. As Capturas tinham entre os 2 e os 4.2 kgs

sábado, 8 de dezembro de 2012

A TÉCNICA DA RABEIRA / RABADELA




Umas das técnicas usados pelos pescadores no rio Tejo, muito eficaz a partir dos 10 metros de profundidade e com correntes fortes, é a rabeira ou rabadela. É com esta técnica que se tiram grandes exemplares no Tejo, nomeadamente douradas, sargos, corvinas e robalos.

Trata-se de um aparelho, com 3 anzóis, cujo comprimento varia conforme a profundidade e a força da corrente, podendo ou não utilizar-se chumbada, conforme se deseje que o aparelho trabalhe junto ao fundo ou mais perto da superfície.

Pode usar-se uma linha de mão ou uma cana do tipo big game (20 lbs c/ roldana na ponteira) com um carreto de tambor móvel (vulgo carreto de combate) e uma linha madre entre os 60 /70 mm e chumbada entre 500 e 1.500 gramas, conforme a força da corrente. O multifilamento não é aconselhado neste tipo de pesca.

RABEIRA CURTA

Na montagem a regra é que o comprimento da rabadela varie entre 8 e 10 metros mais que a profundidade do local onde se pesca. A rabadela é montada na madre a seguir à chumbada, onde são ligados os estralhos  (1, 2 ou 3 com linha 040 / 0,50mm) intervalados por 1 ou 1,5 m. Pode também utilizar-se apenas dois estralhos, ficando o 3º anzol montado na parte final da rabadela. 
Tenha em atenção que a legislação actual apenas permite um máximo de 3 anzóis.

RABEIRA COMPRIDA
Quando a corrente é muito forte o primeiro estralho deve estar mais próximo da chumbada (cerca de 1,5m) podendo estar mais afastado se a corrente for menos intensa.

Os iscos eficazes na rabadela são o caranguejo vivo, a navalha, choco, polvo, sardinha e o casulo.

 Porque se trata de uma pesca pesada e muito exigente, deve ter o cuidado de utilizar materiais de boa qualidade.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Homem ao mar - Manual de Salvamento

SFF clique na imagem para a ver aumentada

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Substituição de passadores e ponteiras

Aqueça sem ser em exagero (com um secador ou isqueiro) a zona do passador que está colada para que o passador se solte, cortando com muito cuidado a linha enrolada com um x-acto.

Depois de retirar toda a cola velha, cole o novo passador com cola epoxy.

Antes de iniciar o enrolamento passe um pouco de cola com um pincel para que a linha vá agarrando.
Faça o enrolamento da linha rodando a cana e não a linha. Depois de aplicada a linha proteja-a com um verniz adequado. (ou cola)



Pode utilizar uma caixa de papelão para auxiliar o enrolamento
Para as ponteiras o processo é semelhante, mas não se utiliza o enrolamento de linha.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O Katembe em Moçambique

Pois é verdade, o Katembe também tem muitos amigos em Moçambique. Este é um deles, o Amândio, que vive em Maputo, nas fotos com uma boa bicuda capturada. Aqui fica um abraço para ele.



segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Tipos de carretos de pesca quanto ao drag

O drag funciona como a "embraiagem" do carreto, num princípio simples - quanto mais apertado menos "patina" e serve para evitar que a linha se parta em esforço, devendo ser regulado para uma carga entre 25% e 33% do valor da carga de rotura da linha que contém, isto porque as indicações do fabricante se referem às linhas novas, mas aquelas que usamos já são usadas, e estão fragilizadas pela exposição solar, nós, atrito na areia e outros factores.

Frontdrag
O tipo mais vulgar, em que o drag é regulado na frente da bobine.



Backdrag
Drag regulado na parte traseira de grande parte do carretos utilizados em água doce, mas também nos carretos de tamanhos pequenos normalmente utilizados à bóia.



Baitrunner
Trata-se de um sistema de drag que se solta totalmente e volta a prender a embraiagem de forma simples. É muito utilizado na pesca da carpa - a ideia é deixá-las fugir com o isco sem qualquer resistência para que a ferragem seja melhor e mais fácil.





Quickdrag
Sistema de drag em que com menos de uma volta do manípulo (porca) da embraiagem a bobine passa de solta a completamente fechada (presa).

Imagens: net
Texto: J.M. Araújo/Katembe

quinta-feira, 11 de outubro de 2012