O semi-rígido Katembe foi substituído por uma nova embarcação, o Katembe I.
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Ao longo da nossa vida de pescadores, vamos criando um nível de exigência diferente, à medida que vamos aprendendo e melhorando, seja através dos outros, ou até de nós próprios, através das experiências pessoais. Se quando comecei a pescar em miúdo, até me contentava com um bodião e fazia uma festa quando apanhava um boga, quando finalmente descobri as simpáticas safias comecei a dedicar-me a elas. Ao longo dos anos, as perfomances foram melhorando, até que apanhar safias se tornou muito fácil, e, por isso, pouco aliciante. Os grandes sargos de que ouvia falar e cheguei a ver apanhar continuavam a não aparecer... porquê? Bem, por vezes apareciam... mas para cada 5 safias, aparecia um sargo, e muito raramente com tamanhos acima da barreira psicológica do meio quilo. Pois bem, este Verão decidi tirar isso a limpo. Apanhar 20 ou 30 safias a rondar as 250 gsr já me dizia pouco. E assim, no passado Verão fiz boas pescarias de Sargos, dias em os sargos foram bem mais que as safias, algo que antes era impensável…e sargos a rondar o quilo começaram a aparecer... como? O que mudei na minha forma de pescar? Qual o segredo para passar de uma caldeirada de safias para um boa teca de sargos com algumas safias à mistura? 


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Uma baila



Felizmente, vai chegar a terra já muito mais velhinha e calma... mas a tempo de dizer "Olá" antes de morrer. Jorge Ponte